17 de fevereiro de 2008
16 de fevereiro de 2008
Porque o saber não ocupa lugar!
15 de fevereiro de 2008
My Sweet Valentine
"Flowers
I want to buy you flowers
it's such a shame you're a boy
but when you are not a girl
nobody buys you flowers
I want to buy you flowers
and now I'm standing in the shop
I must confess I wonder
if you will like my flowers
You are so sweet and I'm so alone
oh darling please
tell me you're the one
I'll buy you flowers
I'll buy you flowers
like no other girl did before
You were so sweet and I was in love
oh darling don't tell me
you found another girl
forget the flowers
because the flowers
never last for ever
never last for ever
never last for ever
my love"
12 de fevereiro de 2008

9 de fevereiro de 2008
Sabedoria Popular!
"Ano bissexto e Páscoa em Março, ano de fome e de mortaço"
Ridículo, certo?
P.S. Este mês já morreram 2 pessoas que conheço!
26 de janeiro de 2008
Palito pneumático
Aqui vai a explicação:
«Palito pneumático: exercício de contracção interna da bochecha na tentativa de sacar resíduos de comida da dentuça esfuracada. Operação quase sempre inglória mas cuja sonoridade vigorosa (streeeeeeeeeeeeeeeechkttttttt) atravessa a extensão da mesa, ferindo de morte os outros convivas.»
Conhecer até conhecem, não estavam era a atinar com o fenómeno!
22 de janeiro de 2008
Nova identidade!
21 de janeiro de 2008
O fenómeno! TROLHAS TIME

Aldrabões e aldrabices
Enfim, mais duas imobiliárias excluídas! A primeira por razões óbvias, a segunda pela técnica manhosa que usam. Passo a explicar. Quando decidi comprar casa estabeleci um limite de preço para uma casa habitável e perto de transportes, ora, os srs. da Remax insistem em mostrar verdadeiros buracos, perfeitamente inabitáveis , a caírem de podres para depois virem com o discurso “temos mais ali adiante uma casa melhorzinha mas um bocadinho mais cara”. Pois, não obrigado!
Ai que dor de cabeça!
11 de janeiro de 2008
Genial de tão estúpida ou estúpida de tão genial
Monólogos...colectivos!:
Por alguma coisa se diz que tudo o que vivemos nos ajuda a crescer. A gente vai amargurando, as amarguras vão caindo-nos aos pés e transforma-se em nada mais que merda. E como é sabido, a merda é um óptimo fertilizante!
Isto deve ser a minha estupidez natural a dar frutos!
10 de janeiro de 2008

Tenho visto cada casebre que dá dó e com uns preços de "amandar" as mãos à cabeça!
Assim sendo, estou aberto a sugestões de todo tipo. Se souberem de algum milionário que esteja disposto a dispensar-me um dos seus palácios, ou se conhecerem um "rés do primeiro andar" baratinho, façam favor de dizer. Se conhecerem manhas, truques, escapatórias, rezas e mezinhas, façam o favor de dizer também!
Desejem-me sorte e prometo que depois convido para a inauguração! (e se precisarem que empreste a casa para actividades de cariz lúdico-procriativo, cobro comissões baixinhas)
10 de dezembro de 2007
Caríssimos, deixo-vos aqui o final do POEMA DOBLE DEL LAGO EDEN de FEDERICO GARCÍA LORCA in POETA EN NUEVA YORK, sem razão, ou simplesmente porque sim.

Pintura de Eduardo Naranjo
(...)
Quiero llorar porque me da la gana,
como lloran los niños del último banco,
porque yo no soy un hombre, ni un poeta, ni una hoja,
pero sí un pulso herido que ronda las cosas de otro lado.
Quiero llorar diciendo mi nombre,
rosa, niño y abeto a la orilla de este lago,
para decir mi verdad de hombre de sangre
matando en mí la burla y la sugestión del vocablo.
No, no. Yo no pregunto, yo deseo.
Voz mía libertada que me lames las manos.
en el laberinto de biombos es mi desnudo el que recibe
la luna de castigo y el reloj encenizado.
Así hablaba.
Así hablaba yo cuando Saturno detuvo los trenes
y la bruma y el Sueño y la Muerte me estaban buscando.
Me estaban buscando
allí donde mugen las vacas que tienen patitas de paje
y allí donde flota mi cuerpo entre los equilibrios contrarios.
19 de novembro de 2007
Obrigado!
Eu prometi que te diria isto assim: bem fundo nos olhos, e contigo bem nos meus braços... E foram muitas as vezes que o quis dizer mas tive medo, talvez de não ouvir de volta, talvez de que seja cedo demais, mas o certo é que nunca me senti assim, nunca fui tanto de ninguém, nunca antes senti esta vontade parva de dizer a alguém como te digo agora aqui (e digo-to aqui, porque o que está escrito fica gravado para sempre) Amo-te.18 de novembro de 2007
The Blue Ocean
Ora aqui está uma forma legítima de divulgar a bela da cultura popular portuguesa lá nessa terra longe a que se chama "estrangeiro"! E como não, há que cantar em "estrangeiro" para que o "estrangeiro" entenda!!!
O meu comentário pessoal... MEU SÃO CRISTINHO VAREIRO, AJUDAI-NOS!
(Maria Manuel, obrigado pela dica!)